Segundo a agência espacial norte-americana, “se elas conseguirem, nós provavelmente conseguiremos”. O projeto tem como objetivo verificar as chances de sucesso caso o homem queira viver no nosso satélite natural.

Cientistas, empresas e estudantes trabalharão juntos para criar 1 kg de “habitat autossuficiente” contendo sementes e material de germinação para enviar para a lua. Para chegar lá, a Nasa planeja uma “carona”, entregando a carga através da lander Lua Express, uma espaçonave comercial inscrito no Google Lunar X Prize.

“Após desembarque, no final de 2015, a água será adicionado às sementes no módulo e seu crescimento será monitorado por 5-10 dias e comparados com controles baseados Terra. Entre as sementes incluirá Arabidopsis, manjericão e nabos “, disse a Nasa.

A maior dificuldade dos cientistas é encorajar as plantas a crescerem na superfície da Lua. Gravidade e da radiação lunar parcial terão de ser contabilizados, embora as plantas vão viajar com seu próprio reservatório de água e ar suficiente para cinco dias de crescimento. Câmeras e sensores vão monitorar as plantas e enviar dados para a Terra.

Para a Nasa, a importância desse experimento é de extrema importância. Observando que “as plantas que prosperam são necessários para suporte de vida (comida, ar, água) para os colonos”, e que tal vegetação também fornece “conforto psicológico, como a popularidade das estufas na Antártida e na Estação Espacial mostrar”.

A agência irá dar um prêmio de US$ 20 milhões concedidos para a primeira equipe a “pousar um robô na superfície da Lua, viajar 500 metros sobre a superfície lunar, e enviar imagens e dados de volta para a Terra”, com um prazo de 31 Dezembro de 2015.

O experimento vai ajudar a Nasa não só para aprender mais sobre como as plantas crescem em testar as condições ambientais, mas abordará questões mais amplas sobre a possibilidade de estabelecer habitats humanos em outras partes do universo.