Em 2013 morreu Yvonne Brill, pioneira cientista de foguetes. Na época, o jornal The New York Times publicou um obituário vergonhoso que começava assim: “Ela fazia um estrogonofe de carne ruim, seguiu seu marido por vários empregos, e se afastou do trabalho por oito anos para criar seus filhos.”

Muitas vezes quando ouvimos falar de uma cientista mulher, há um tom de surpresa em relação à carreira que escolheram. Ou então, em vez de focar em suas mentes brilhantes e suas conquistas, acabam focando em sua aparência, ou vida amorosa, ou sua receita de estrogonofe…

Para desafiar essas descrições nada científicas, o usuário do Twitter @Daurmith decidiu virar o jogo e escreveu uma série de mini biografias de cientistas homens, os concedendo o mesmo tratamento dado às suas colegas de profissão. Veja: